Uma rota nunca é uma caixa-preta.
Cada requisição mantém um registro estruturado — classificação, modelo escolhido, provedor, latência, contagem de tokens, custo e o motivo da falha, se houver.
- Filtre por chave, modelo, grupo, ID de requisição ou tipo, e copie qualquer requisição como um cURL executável.
- As falhas são divididas em erros de upstream e erros de parâmetros de requisição, separando o que você pode corrigir do que está fora do seu controle.
- Ative a captura de payload e o corpo da requisição é armazenado separadamente da linha de log, permitindo que você comprove exatamente o que foi enviado.
O que quebrou e se isso importou
Os erros são divididos em dois grupos: falhas de upstream e erros de parâmetros de requisição que são seus para corrigir. O grupo de parâmetros detalha o motivo de cada erro para que você vá direto ao campo malformado; o grupo de upstream permanece como uma contagem, porque uma tarde ruim de um provedor não é uma lista que você pode resolver.
Cada chamada, registrada.
Nota. Modelo. Provedor. Latência. Tokens de entrada, tokens de saída, tokens servidos do cache. O custo. E quando algo falhou, o que falhou e o que assumiu. Não uma amostra — cada requisição.
De uma linha de log à reprodução.
Encontre a requisição, copie-a como um cURL executável e você estará depurando a chamada real, não sua memória dela. Ative a captura de payload e o corpo é mantido separado da linha de log, para que você possa comprovar o que foi enviado muito depois de a discussão ter começado.